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Reunião de UAVC

 

O desenvolvimento das unidades de AVC a que se tem assistido nos últimos tempos resulta da consciencialização do poder político para a importância das doenças vasculares cerebrais em Portugal e para a necessidade de as combater eficazmente.

          

Tal mudança de atitude é, em grande parte, fruto dos esforços de sensibilização realizados pelas sociedades médico-científicas que se dedicam a este tema e onde a Sociedade Portuguesa do AVC (SPAVC) tem vindo a ocupar a primeira linha.

        

Agora que já existem unidades de AVC um pouco por todo o território nacional é necessário fazer um ponto da situação identificando constrangimentos que limitem o seu bom funcionamento, uniformizando procedimentos e promovendo a articulação numa óptica de complementaridade, avaliando os resultados alcançados e definindo estratégias técnico-científicas para o futuro.         

 

Um ponto que também consideramos de grande relevância é a partilha de experiências quer positivas quer negativas, pelo que se mostra essencial juntar as pessoas permitindo o diálogo e a obtenção de conclusões.

        

No seu Plano de Acção para o triénio em curso, estabeleceu a SPAVC como um dos objectivos: “a criação de um banco de dados com vista a redes de Unidades de AVC, com protocolos comuns, troca de experiências de tratamento na fase aguda, uniformizando práticas entre todos os que cuidam dos doentes (ainda há grandes discrepâncias entre doentes colocados em diferentes locais de tratamento) parece-nos ser a SPAVC o local ideal para tal”.